Notas da Direcção

  • No mês passado abordámos o “Present Perfect Tense”. Não é fácil. Penso que todos poderíamos concordar que achamos o “Present Perfect” menos que perfeito quando se trata de clareza e simplicidade no uso. Mas chega de gramática. Guardemos a gramática para o próximo mês.:)

    (…)

    Publicado , Autor

  • Este mês pensei em tentar algo ligeiramente diferente. Normalmente a “Nota do Diretor” (sou eu) ou a “Nota de um Colaborador” tem a ver com o estado do mundo ou com o negócio da Formação em línguas e da Tradução. Nos dez meses de publicação da nossa Newsletter, nunca usámos diretamente a secção do editorial para falar sobre questões específicas relacionadas com a aprendizagem do Inglês como segunda língua. Sempre lidámos com estas questões na secção ”ESL Tips”. Isto é… até agora. Pensei que podíamos agitar um pouco as coisas alternando entre explorar a gramática e assuntos relacionados com vocabulário e artigos de opinião geral. Então, com isso em mente, vamos falar de “tempos verbais”, pode ser? Como a grande maioria dos alunos com quem lido têm mais dificuldade em perceber como e quando se usa o Presente Perfect, pensei em começar por ai…

    (…)

    Publicado , Autor

  • Com o novo ano ainda a começar, já posso prever que 2012 seja um ano de novas oportunidades. Na Languages Unlimited estamos a preparar novas parcerias com algumas empresas e Instituições. A ideia é juntar ideias e colaborar em projetos não só beneficiem os nossos negócios mas que também nos permitam melhorar os serviços que oferecemos aos nossos clientes. É a sinergia no seu melhor!

    (…)

    Publicado , Autor

  • Quando comecei a pensar sobre o que iria escrever para a primeira edição do ano tive aquilo que parecia ser um bloqueio de escritor insuperável. Nada me parecia adequado, especialmente desde que tenho sentido aquela profunda tristeza que Paul Gilding considera como um patamar normal a ultrapassar quando confrontados com a lógica básica que ele aborda no seu livro “ The Great Disruption”. A ideia de um estado dourado (com raízes da física, biologia e química como suporte) onde tudo o que a nossa sociedade toma como garantia relativamente ao crescimento económico não é viável. De facto nunca foi viável em termos de sustentabilidade. Como uma mãe de uma criança de três anos de idade estou triste e assustada com o nosso continuo atraso em confrontar o inevitável caos político e económico. Olho para a minha filha e sinto uma enorme incerteza relativamente ao seu futuro. Nós iremos inevitavelmente encarar o caos, quer queiramos ou não. Só espero que as próximas gerações encontrem esperança e esclarecimento no meio destas grandes transformações e consequentes dificuldades. MAS VAMOS ANIMAR UM POUCO, NÃO? Afinal de contas… é um novo ano. (…)

    Publicado , Autor

  • A newsletter de Novembro debruçou-se sobre o declínio na educação (na verdade sobre a maioria dos benefícios sociais), na forma como as instituições têm vindo a falhar perante os insuperáveis problemas económicos criados, em parte, pela ganância desenfreada. Sendo eu um profissional semi-aposentado que se dedica aos sistemas de aprendizagem para adultos e ao desenvolvimento organizacional, passo uma grande parte do meu tempo a pensar no nosso dilema global e gosto de testar as minhas ideias trocando mensagens na rede de notícias mundial fornecida pelo Yahoo.com. A televisão portuguesa emite um programa em que identifica as 7 Maravilhas do Nosso Mundo e eu gostava de colocar à vossa consideração as 7 Maravilhas da nossa Era na História.(…)

    Publicado , Autor

  • Ultimamente tenho pensado bastante sobre educação e, para ser franca… é deprimente. Estimulado pelo caos em torno da crise económica (ou seja, medo, insegurança, falta de fundos, medidas de austeridade), o progresso na educação não só perdeu o seu rumo como de facto regrediu! (…)

    Publicado , Autor

  • Na edição de Junho escrevi sobre a importância dos serviços de revisão para as empresas que querem competir internacionalmente, especialmente para empresas que têm funcionários que já trabalham em Inglês de forma regular. Desde então temos sido procurados, de uma forma geral, tanto para serviços de revisão como de correcção. Isto é bastante positivo. Para além do benefício óbvio para a Languages Unlimited, entusiasma-me a ideia de que algumas empresas reconhecem que podem obter vantagens competitivas pelo simples facto de se concentrarem em usar uma língua de forma correcta. Empresas que se preocupam pouco ou nada com comunicações mal escritas correm o risco de pagar um preço final – em custos e redução de lucros. Os custos incluem a perda de tempo, perda de produtividade e erros na prestação dos serviços. Não se iluda. As pessoas e as empresas não são tão indulgentes como se poderia supor. Não importa se o Inglês é a sua segunda ou terceira língua. Quando se trata de negócios, as capacidades de escrita são fundamentais. Estas devem ser sólidas em qualquer língua que se escreva. (…)

    Publicado , Autor

  • Ao reunir a opinião das pessoas sobre o ensino de língua inglesa na escola primária nas actividades extra curriculares financiadas pelo governo (as AEC’s) obtive um grande número de respostas idênticas – Sim, é uma boa ideia mas, de facto, as crianças não parecem estar a aprender muito. A maioria concorda que as crianças aprendem melhor através de actividades que abranjam as vertentes física e criativa ao mesmo tempo. Elas aprendem mais facilmente quando se levantam e experienciam o momento do que quando estão sentados a ouvir um professor a zumbir sobre algo em que elas não vêm interesse. Ora, se assim é, porque razão as crianças continuam sentadas nas salas de aula onde continua a faltar a interacção entre professor/aluno e aluno/aluno? Se todos concordamos, por que continuamos a sujeitar as nossas crianças a actividades escolares e extra-curriculares que são tudo menos dinâmicas? No caso do sistema de “AEC’s” porque razão é que aquilo que deveria de ser uma actividade extra-curricular divertida mais parece uma tentativa desesperada de “babysitting” em vez de algo divertido e educativo? (…)

    Publicado , Autor

  • Bem, não iria tão longe. Fazer um curso que dá a alguém acesso ao CAP tem um grande valor; proporciona competências prácticas e técnicas que preparam os profissionais que desenvolvem formação como parte do seu trabalho, principalmente se esses formadores estão a começar. No entanto, quando as políticas burocráticas envolvidas na obtenção do CAP impedem profissionais altamente capacitados, qualificados e experientes de receber esse certificado (sem ter de investir tempo e dinheiro num curso que nada lhe trará de novo) então posso apenas pensar que este tipo de acreditação é promulgada para promover o comércio em detrimento da qualidade. (…)

    Publicado , Autor

  • Não tenho certeza se as expectativas das empresas interessadas em formação em línguas se tornaram irreais, como resultado da crise económica actual ou se, de facto, sempre o foram, e quando todas as escolas de línguas estavam cheias de alunos, eu simplesmente não o consegui perceber. De qualquer forma, apercebi-me no último ano que a tendência é que os departamentos de formação e RH, muitas vezes (nem sempre mas as vezes suficientes) esperam obter resultados imediatos dos cursos de formação de inglês. A situação é mais ou menos a seguinte: um potencial cliente solicita-nos informação sobre os nossos serviços porque pretendem promover um curso de línguas internamente. Apresentamos a nossa proposta. Tudo corre bem até que terminamos e percebemos aquilo cliente realmente quer: Inglês sob-pressão (= à pressa) Dizem-nos que concordam com a metodologia, etc., mas que 10 meses de curso é mais do que realmente estavam a contar. Perguntam-nos se podemos simplesmente ministrar um curso intensivo de 30 horas ou de 3 meses. Dizemos que sim (afinal de contas temos uma empresa para gerir) mas salientamos que não podem esperar o mesmo nível de aprendizagem inicialmente estabelecido (afinal…também temos princípios). SORRIEM e concordam. (…)

    Publicado , Autor

  • Por que é que a sua empresa ou negócio deve investir em serviços de revisão? Bem, para começar é uma ótima maneira de se ver livre daqueles erros gramaticais irritantes. Como nativa de língua inglesa a morar em Portugal há mais de dez anos ainda dou umas boas gargalhadas ao ler as versões em inglês dos menus dos restaurantes. Já não os peço mas é muito frequente os empregados dos restaurantes trazerem-me esta versão assim que ouvem o meu sotaque americano ao tentar falar o meu português menos correto. Tirando isso, eu costumo usar estes menus como uma espécie de jogo para ver quantos erros consigo encontrar. No final, acabo por fazer a encomenda a partir do menu em português – é mais seguro. (…)

    Publicado , Autor

  • Olá, bem-vindo à primeira edição de nossa newsletter mensal. Durante uma boa semana andei às voltas com algumas ideias sem conseguir encontrar as palavras certas para a primeira edição… uma primeira edição de boas-vindas… O acrónimo
    KISS (Keep It Simple, Stupid…) não me saia da cabeça… (…)

    Publicado , Autor

← mais velho mais recente →