Notas da Direcção

  • “É de lamentar que os ricos e os poderosos frequentemente moldem os atos governamentais para os seus próprios fins egoístas. ”

    -Andrew Jackson, Sétimo Presidente dos EUA


    No geral, diria que o mundo tem uma relação de amor / ódio com a América. Tende a ser mais ódio do que amor, mas ainda assim, há uma mistura. No entanto, sinceramente eu não sei por quanto tempo este amor irá durar. (…)

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  • “Ontem é história, amanhã é um mistério, hoje é uma dádiva de Deus e é por isso que lhe chamamos presente.”

    - Bil Keane>


    Embora não subscreva uma religião em particular, a citação acima ressoa profundamente em mim. Poder-se-ia facilmente substituir a palavra Deus se se fosse tão tendencioso com muitas outras palavras ou frases que também evocam uma noção similar de inteireza ou semelhante conectividade. A newsletter de hoje centra-se numa pequena parte da minha jornada, no sentido de estar mais presente na minha vida quotidiana. (…)

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  • “Estamos a tentar construir uma sociedade mais inclusiva.
    Vamos construir um país em que ninguém é deixado de fora.”

    - Franklin D. Roosevelt


    Franklin D. Roosevelt disse estas palavras ao avaliar os objetivos dos seus programas sociais e económicos NEW DEAL nos E.U.A.. A maioria de nós concordaria, tanto nos E.U.A. como aqui em Portugal, que temos tido algum sucesso, pelo menos a nível social, na procura por uma sociedade mais inclusiva para todos. (…)

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  • Recentemente eu e a minha filha vínhamos no carro a ouvir uma música cantada por uma voz masculina em que a certa altura ele dizia: “De bandolete, à espera do sete, mas não da viagem…” E diz a minha filha:

    - “Um rapaz de bandolete??”

    E eu respondi:

    - “E porque não?? Provavelmente tem os cabelos compridos ou gosta de se embelezar, assim como tu gostas de usar brincos por exemplo.”

    - “Eu nunca vi.” (…)

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  • “As oportunidades são como o nascer do sol. Se esperar demais, poderá perdê-las.”

    - William Arthur Ward

    A Languages Unlimited tem uma parceria com a Biblioteca Municipal de Torres Vedras. Começámos esta parceria em 2014 e isso envolve, mais ou menos a cada dois meses, fazer uma sessão de Hora do Conto para crianças de várias idades ao Sábado à tarde. É gratuita e envolve habitualmente uma actividade lúdica-expressiva. As crianças que vêm parecem gostar, tanto das histórias como das actividades. (…)

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  • “Talvez eu não seja um ser humano que tem consciência.
    Mas talvez seja a consciência que é moldada pelo ser humano.”

    - Jeff Lieberman

    A dica ESL deste mês refere-se a estratégias para ajudar os alunos a lembrarem-se quando devem ou não usar os artigos. Lembram-se dos artigos, certo? The, A, or An… três pequenas palavras em que o único objetivo é diferenciar algo de um todo, quer seja de uma maneira específica, definida (The = um artigo definido) ou se algo é separado de uma forma mais geral (A / An = artigos indefinidos). Como uma ferramenta de comunicação, estes artigos são úteis para transmitir os nossos pensamentos, ideias e opiniões. São apenas uma pequena representação na área da linguagem e da comunicação que nós seres humanos usamos para criar uma noção ilusória de que somos entidades separadas ao invés de apenas parte de um todo. (…)

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  • “A história singular cria estereótipos, e o problema dos estereótipos não é que não sejam verdadeiros, mas é que sejam incompletos. Eles fazem uma história tornar-se a única história.” – Chimamanda Ngozi Adichi


    Vi recentemente uma impressionante TED TALK da escritora Chimamanda Ngozi Adichie. Era sobre os perigos da história singular, de ter apenas uma história como base da nossa compreensão de uma determinada cultura, lugar, povo ou até mesmo de um indivíduo. A falta de perspectivas adicionais cria estereótipos, ideias tendenciosas e preconceitos. A escritora fala sobre as suas próprias experiências de ser vista através dos olhos dos outros como alguém que vem de África … “um lugar de belas paisagens, belos animais e pessoas incompreensíveis, que lutam guerras sem sentido, morrem de pobreza e SIDA, incapazes de falar por si próprios e à espera de serem salvos por um amável estrangeiro branco.” (…)

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  • “A abstenção significa que você ficou em casa ou foi à praia. Ao colocar um voto em branco, você está a dizer que tem uma consciência política mas que não concorda com nenhum dos partidos existentes. – José Saramago


    Enquanto cirandava pelo Facebook, há um par de meses atrás, deparei-me com um link que um amigo tinha postado. Era simplesmente uma lista de verificação que se seguia à frase “Se o voto não mudasse nada, Nós ainda tínhamos…” A lista incluía todas as coisas que supostamente não teriam mudado se o público não tivesse votado desde Os Direitos das mulheres, ao direito à Segurança Social. Ao primeiro ao olhar até gostei. (…)

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  • Eu entendo, que os Lay-offs são exercícios necessários nas empresas. Obviamente, por vezes são necessários, especialmente em climas económicos hostis como o que estamos a viver agora. Acredite em mim, eu entendo. Eu tenho o meu próprio negócio.

    Teoricamente, os lay-offs são o resultado da economia das empresas… uma espécie de estratégia de “sobrevivência” para as empresas, a fim de permanecerem viáveis e de serem capazes de se manter à tona. Não devem ser tomados pessoalmente por parte do empregador ou do empregado infortunado. Mas, claro que encaramos estas coisas pessoalmente. Como poderíamos não o fazer? (…)

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  • “Sou a favor dos direitos dos animais, bem como dos direitos humanos.
    Esse é o caminho de um ser humano completo.”
    Abraham Lincoln


    Qualquer pessoa que me conheça minimamente sabe que eu adoro de cães. Na verdade, adoro animais em geral, como se pode ver pela mistura variada de três cães, dois gatos e duas galinhas que temos em casa. Consideramos cada animal um membro da família – cada um com um nome e uma personalidade – contribuindo para a nossa felicidade geral de várias maneiras; seja por nos dar aquele ovo para fritar ou aquele empurrãozinho extra para fazer um pouco de exercício, ou apenas pela satisfação de ver o quão felizes estes amigos com pêlos ou penas ficam com apenas um pouco de mimo. Essas coisas dão-nos bastante alegria, tanto a mim como à minha esposa e à minha filha. Não é isso que é a vida? (…)

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  • “O Amor abanou o meu coração
    Como o vento na montanha
    correndo sobre os carvalhos” –

    - Saphoo


    Vou-me casar em Julho! Yay! É simultaneamente uma altura muito emocionante e stressante. Emocionante porque, afinal de contas, o que não é interessante numa cerimônia que honra e valida um relacionamento e o compromisso de manter e nutrir o amor entre duas pessoas? Stressante porque, afinal, o que não é stressante na organização de tal evento? Isto é especialmente verdadeiro se cresceram a sonhar com contos de fadas e princesas e querem trazer um pouco de alegria pura àquela menina dentro de vós que tem mantido acesa, há mais de quarenta anos, a tocha do “felizes para sempre”. (…)

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  • “Eu não falhei, apenas encontrei 10,000 formas que não funcionam” –

    - Thomas Edison


    A minha intenção sempre foi a de, eventualmente, tornar-me fluente em Português. Honestamente! Tem sido um objectivo para mim há muito tempo… desde que cheguei ao aeroporto de Lisboa pela primeira vez, em 2001. Tenho-me dado a mim própria muitos prazos mentais para atingir esse objetivo. Contudo, hoje sento-me a escrever tristemente a minha confissão, nenhum dos meus muitos prazos foram cumpridos.

    (…)

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  • ““E a beleza de uma mulher, com o passar dos anos apenas cresce!”

    - Audrey Hepburn

    Dando seguimento ao editorial do mês passado acerca do longo caminho a percorrer na busca da igualdade de género, pensei ser um bom momento para agora explorar questões relacionadas com a mulher e auto-imagem de raparigas, mais especificamente a imagem corporal.

    Não há muito tempo atrás, li um artigo sobre uma mulher que alegou amar envelhecer. Na verdade ela adorava!

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  • “A minha vida não é uma desculpa, mas é uma vida. É para si mesma e não para um espectáculo. Prefiro muito mais que seja discreta, genuína e igual do que brilhante e instável.”

    - Ralph Waldo Emerson, Self-Reliance

    INDEPENDÊNCIA. Um dicionário define independência como “a liberdade e a capacidade de tomar as suas próprias decisões na vida, sem ter de pedir permissão, ajuda ou dinheiro a outras pessoas. Tenho pensado muito acerca desta palavra ultimamente, desde que um dos meus alunos mencionou (com as melhores intenções) que eu seria muito mais independente se tivesse carta de condução. Sempre que me dizem isso (e foi-me dito muitas vezes), uma infinidade de sentimentos surgem dentro de mim. Sinto-me culpada, como se eu, de alguma forma não cumprisse com as expectativas da sociedade. (…)

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  • “Não pode haver revelação mais gritante da alma de uma sociedade do que a forma como ela trata os seus filhos.”

    - Nelson Mandela

    Não há muitos dias que passem que eu não lamente profundamente aquelas 20 crianças que foram cruelmente assassinadas em Newton, Connecticut hà 1 ano atrás no dia 14 de Dezembro. A minha alma literalmente se estilhaça repetidamente, levando-me muitas vezes às lágrimas nos locais mais inesperados… no autocarro, a decorar a árvore de Natal, a dar uma aula. Tento manter a compostura nas situações mais públicas, mas em privado permito que a tristeza se manifeste livremente. (…)

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  • “O que conta na vida não é o mero facto de termos vivido. É a diferença que fazemos na vida dos outros que determinará o significado da vida que levamos.”

    - Nelson Mandela

    No seguimento da morte de Nelson Mandela a 5 de Dezembro, fomos arrebatados com os políticos de todo o mundo a cantar os seus louvores. Embora as palavras das comemorações realizadas sejam verdades inegáveis e maravilhosamente impressionantes sobre o grande Estadista que foi, no final, eu não pude deixar de sentir que vários, não tão grandes políticos, aproveitaram a oportunidade para “apanhar a boleia” de Mandela…para de alguma forma partilhar a sua grandeza, como um cabide. Fiquei ainda mais incomodada quando alguns dos aparentemente “melhores” partilharam as suas perspectivas acerca deste grandioso senhor.

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  • “Quando a última árvore tiver caído, quando o último rio tiver secado, quando o último peixe for pescado, vocês vão entender que o dinheiro não se come.”

    -Ditado Indio Americano

    Tenho reflectido bastante acerca desta questão ultimamente. Na realidade, não tenho nada contra os avanços tecnológicos e todas as “comodidades” que muitas pessoas têm hoje em dia, no entanto, quem usufrui delas ainda é uma parte muito pequena da imensa comunidade planetária. Mas sou completamente contra o balanço desigual entre as vantagens/desvantagens para os seres humanos e o terrível arrombo que estamos a provocar na nossa grande casa – o Planeta Terra e por consequência a todos os seres vivos que a habitam. (…)

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  • “Povo, eu só quero dizer, vocês sabem, podemos todos dar-nos bem?”

    - Rodney Glen King (numa conferência de imprensa improvisada durante os motins de 1992 em Los Angeles)


    Há pouco tempo alguns alunos e eu estávamos a conversar acerca do Halloween. Uma aluna expressou alguma irritação pelo facto de tantos portugueses começarem a celebrar o Halloween sendo que já têm uma celebração equivalente, o Pão por Deus, celebrado no 1º de Novembro. Apesar de ambos terem origens semelhantes, eu podia perceber. Embora as tradições de cada país mudem e se alterem ao longo dos tempos, por vezes é difícil adaptar-nos quando essas mesmas mudanças vão contra as memórias felizes e a antecipação futura dos rituais que nos habituámos a gostar. (…)

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  • Assisti há pouco tempo a um TED Talk apresentado pelo psicólogo, professor e escritor Barry Schwarts, onde ele afirma que devemos não só seguir alguns exemplos morais, mas esforçar-mo-nos para também o sermos. Francamente, fiquei tão inspirada por esta palestra que há pouco tempo fiz referência a ela num documento que me foi pedido para um processo de candidatura. Também a mostrei a muitos dos meus alunos de EFL, individualmente ou em grupo, tanto nas empresas onde dou formação como aqui na escola. Ao longo do mês, espero que também você assista à sua palestra e se sinta inspirado pela simplicidade e pelo bom senso das suas palavras. (…)

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  • Inicialmente pensei que a edição de Setembro seria o lugar e a altura ideal para ligar a escola, chamando à atenção dos nossos serviços de explicações. Pensei que o tema ( dirigido aos pais) seria algo como: PORQUE DESVALORIZAR O QUE DEVERIA TER COMEÇADO À ANOS ATRÁS, QUANDO PODE COMEÇAR HOJE? Ou talvez algo mais suave como este típico clichê: “O PÁSSARO MADRUGADOR APANHA A MINHOCA!”. Algo atractivo que chamasse a atenção, não só à escola mas para um problema prevalente, a falta de interesse e/ou compromisso na educação dos seus filhos. Do ponto de vista comercial, pensei em focar em como os pais consistentemente esperam até ao último minuto antes de providenciar a ajuda que os seus filhos precisam. A consequência é geralmente o chumbo do aluno ou ele/ela passa (por pouco) mas não aprendem muito.

    (…)

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  • Todos temos diferentes aptidões, processos de pensamento, experiências e genes – então porque temos classes cheias de indivíduos testados da mesma forma?”

    – Suli Breaks


    Aos Pais:

    Nós limitamos as nossas crianças e jovens. Limitamos por dar mais importância aos resultados do que ao processo em si, por educar com base numa hierarquia de assuntos que beneficiam essencialmente um sistema económico industrializado (onde os assuntos mais úteis para o trabalho estão no topo) e glorificando a capacidade académica, estigmatizando muitas vezes as aptidões não-académicas em simultâneo.

    (…)

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  • “Teremos de nos arrepender ainda nesta geração, não somente
    pelas palavras de ódio e actos das pessoas más, mas pelo silêncio assustador das pessoas boas ”

    – in “Letter from Birmingham Jail”, Martin Luther King (1963)

    Na sequência da Newsletter do mês passado, pensei em continuar a refletir sobre assuntos relacionados com Direitos Civis. Enquanto defensor dos Direitos Humanos (e, por vezes, ativista), não me posso ajudar a mim própria.

    (…)

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  • Não é segredo que Portugal possui uma imagem conservadora baseada no Catolicismo. Na minha opinião, ser conservador ou liberal é bom desde que não viole o assegurar de direitos iguais a todos os membros da sociedade. É quando permitimos que os preconceitos (muitas vezes com base na religião), ditem como os direitos legais são distribuídos (geralmente de uma forma desigual), que tendemos a ver o pior lado da humanidade. É irónico que a maior parte das religiões defendam atributos comuns, tais comoamor e compaixão como a marca d’água mais elevada dos seus ensinamentos. No entanto, há momentos que vemos verdadeiros progressos, quando os governos conseguem com sucesso manter-se longe o suficiente de preconceitos de forma a passar à justa um projeto de lei de direitos civis. O dia 17 de Maio de 2013 foi um deles.

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  • Na nossa newsletter de Março, escrevi acerca da importância dos phrasal verbs para os estudantes da língua Inglesa. A minha experiência tem revelado que os estudantes são geralmente resistentes em expandir o seu conhecimento nesta área. Mencionei então que os estudantes os consideram de difícil aprendizagem e concordei, mas entretanto mudei a minha opinião relativamente a um ponto – continua a ser verdade que aprendê-los é imperativo, de forma a dominar o uso natural da língua; no entanto, agora recuso a ideia de perpetuar que são difíceis de aprender pois, para muitos de vós, isso facilmente se torna distorcido. Muito facilmente se torna algo mais como: aprender phrasal verbs é praticamente impossível, então na realidade… preocupar-se para quê?

    (…)

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  • “Ódio, já causou muitos problemas no mundo, mas ainda não resolveu um.”

    – Maya Angelou

    Esta citação é maravilhosa na sua simplicidade e verdade. Quando a lemos, pode-se pensar que é tão óbvio que nos perguntamos porque alguém a mencionaria. Sinto-me pressionada a encontrar um problema que alguma vez tenha sido resolvido pelo ódio, mas sou constantemente relembrada de várias formas que o ódio complicou e destruiu incontáveis vidas. Tudo o que tem de fazer é ligar as notícias à noite.

    (…)

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  • Os estudantes queixam-se frequentemente da dificuldade em aprender phrasal verbs (também conhecido como verbos multi-palavras). Com razão. Um phrasal verb é a combinação de um verbo (um verbo de acção como look, turn, put) e uma preposição ou advérbio (uma ou duas palavras de ligação como, out, up, over) que dá um novo significado ao verbo. Portanto, não se pode necessariamente entender o significado de um phrasal verb com base nas suas partes em separado. Neste sentido, podemos olhar para o significado da maioria dos phrasal verbs como idiomáticos. Parece muito complicado…preocupar-se para quê?

    (…)

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  • Errar é construtivo. A pessoa que realmente pensa aprende tanto com os seus erros como com os seus sucessos.

    – John Dewey

    FLá bem no fundo dentro de mim vive uma vozinha de julgamento que constantemente distribui juízos, de sucesso ou de falha. Bom trabalho! És um espectáculo!! Ou: No que estavas a pensar?? Falhado! Enquanto educadora considero essa voz contraproducente pois racional e intuitivamente sinto que errar é instrutivo e para além disso, não deve ser julgado de uma forma negativa mas simplesmente aceite como parte do processo de aprendizagem
    como um todo.

    (…)

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  • Estou cheia de alegria e esperança, apesar da dor que sinto. Na verdade, mais até por causa disso. Estava em perda quando me sentei para escrever a primeira versão deste texto para a nossa primeira newsletter de 2013. Queria escrever algo alegre e otimista mas não conseguia encontrar um ponto de partida. Vocês sabem… tenho lamentado a perda de 20 crianças inocentes e de 6 heróicas mulheres no tiroteio de Newton, Connecticut. A ideia de estar alegre quase me parecia errada. Aquelas crianças passaram o dia na sua sala de aula com a magia do Natal nas suas mentes, planeando fazer casas de gengibre. Em vez de caminhar para a magia, elas caminharam inocentemente para a morte. A minha cabeça e coração não conseguiam contornar a brutalidade e a crueldade do massacre, ainda não consigo. Achava insuportável pensar nisso e ainda assim esse pensamento voltava constantemente.

    (…)

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  • Em Setembro, mais de meio milhão de pessoas marcharam em Vilas e Cidades por todo o país para protestar contra o Governo e as suas medidas de austeridade. Não fiquei surpreendida ao saber que este protesto foi o maior desde o fim da ditadura em 1974. De uma forma geral, o Português nunca me pareceu ter esse espírito de protesto a que eu vinha tão habituada dos Estados Unidos.

    (…)

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  • - Herbert Hoover, 31º Presidente dos EUA

    Uma frase tão maravilhosa e tão verdadeira. Seria difícil encontrar um político no mundo que não use uma qualquer variação de “As crianças são o nosso futuro”, especialmente quando o seu país passa por uma crise económica. Seria ainda mais difícil encontrar um político que realmente pusesse o seu dinheiro no que diz (para fazer algo em vez de apenas falar sobre isso) no que respeita à educação das nossas crianças, especialmente durante uma crise económica.

    (…)

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  • O mês passado escrevi sobre a importância das capacidades produtivas na aprendizagem de línguas como um método essencial de comunicação. As capacidades produtivas (falar e escrever) são capacidades funcionais. Servem um propósito. Perguntem a qualquer Português que viaje diariamente na linha Lisboa/Sintra da CP. Muitos deles poderiam dizer-lhe o quanto aprender Inglês com base em necessidades práticas veio “mesmo a calhar”. Uma boa parte certamente já tentou explicar (em Inglês) a alguns turistas confusos e de olhos arregalados, Britânicos ou Americanos (ou outros turistas a usar o Inglês como base de comunicação) em que paragem mudar para que os cordeiros perdidos não vão parar a Mira Sintra – Meleças em vez da maravilhosa e tourist-friendly Sintra. Então, capacidades produtivas são funcionais e como tal, muito importantes. No entanto, desenvolver outras capacidades como as interpretativas é também muito importante na aprendizagem de línguas.

    (…)

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  • No que respeita ao ESL, falar e escrever são geralmente conhecidas como as “competências produtivas”. São claramente as mais importantes sendo que ambas são as bases da comunicação. No entanto, para os alunos, o “falar” é muitas vezes considerado como a mais importante, sendo visto como a forma mais comum de estabelecer relações interpessoais. É essencial se quisermos cumprir tarefas de forma eficiente, recolher informações ou dar instruções. Para além disso, hoje em dia, todas as profissões requerem algumas competências comunicativas e interpessoais. A comunicação oral no local de trabalho apresenta-se de várias formas: discussões, reuniões, negociação, apresentações e até mesmo debates. E, claro, não nos esqueçamos do… ATENDIMENTO TELEFÓNICO. Yikes! Variadas profissões (ex.: médicos, Técnicos IT, Assistentes Administrativos, etc.) também obrigam à comunicação com o cliente.

    (…)

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  • Porque as políticas dos EUA afetam todo o mundo, expresso este mês a minha opinião sobre as eleições Presidenciais Americanas que se aproximam. Os leitores Portugueses poderão encontrar conforto em saber que alguns Americanos realmente veem para lá dos interesses Americanos. :)

    Enfim… o que fazer?

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  • NÃO ESTÁ FÁCIL. os peixes não estão a saltar.. Na verdade, o bacalhau está neste momento na lista de espécies em perigo de extinção e a única coisa que está em alta são os impostos que nós estamos a pagar. Pode parecer algo mais desesperante do que qualquer outra coisa, especialmente quando pensamos que 1 em cada 3 jovens abaixo dos 25 anos estão desempregados, que as pequenas empresas estão a fechar (e a um ritmo alucinante), ou quando pensamos em todas as medidas de Austeridade, aplicadas ao abrigo do plano de resgate da Troika, a que vamos resistindo. Penso que o poema de Robert Hayden’s“Summertime and the Living…”é provavelmente um pouco mais adequado que a música de Gershwin“Summertime”no calor desta crise económica.

    (…)

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  • As crianças gostam naturalmente de histórias. As histórias são mágicas no sentido em que fomentam um sentimento que nós, adultos, tendemos a perder demasiado rapidamente. As histórias dão-nos ensinamentos sobre a vida, sobre nós próprios e as pessoas à nossa volta. Como tal, contar histórias é uma forma interessante de desenvolver a compreensão, o respeito e o apreço pelas outras culturas. No entanto, é também especialmente útil no ensino e aprendizagem de línguas. Como ferramenta de aprendizagem para aulas em pré-escolas, contar histórias pode incentivar os pequenos aprendizes a explorar a sua expressividade única e aumentar as suas capacidades de comunicação de pensamentos e sentimentos.

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  • Existem algumas estratégias específicas extremamente importantes quando procuramos um resultado positivo num exame de Inglês. Isto é válido para todos os exames, sejam eles os de Cambridge (First Certificate, CAE, Proficiency, etc.), o TOEFL (Test of English as a Foreign Language), um exame de Universidade, ou apenas um teste que lhe seja proposto pelo seu adorável (ou nem tanto…) professor :)

    (…)

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